Diário do Hosana l João Cláudio Rufino:

A terceira pregação do 21º Hosana Jovem começou e muitos nem se deram conta. Os mais dispersos nem notaram, mas quando João Claudio Rufino (responsável pelo Núcleo Nacional de Reflexão Teológica da RCC Brasil) iniciou sua fala, usando piadas, risadas e até efeitos sonoros feitos com a boca, ali ele já estava trazendo uma mensagem de alegria que vem somente do Evangelho (tema abordado por Luciana Belúcio). De forma descontraída, fazendo brincadeiras com os jovens e interagindo por meio de perguntas e tiradas recheadas de bom humor, o pregador chamou a atenção para si e segurou os presentes do início ao fim. As risadas vindas do meio da juventude demonstraram que realmente todos estavam fitados naquele momento e esperando pela mensagem que seria partilhada por Rufino. Aliás, o tom de toda a pregação foi o mesmo: bom humor, histórias para ilustrar e muitas palavras de ordem à juventude.

Sob o tema “Me faz novo, Senhor, pelo poder do Seu Espírito”, o pregador embasou suas palavras com a passagem do Evangelho de São Marcos, capítulo 10, do versículo 17 em diante, o trecho de um jovem que vem do meio da multidão e se prostra diante de Jesus. A empolgação daquele rapaz ao querer saber do Mestre o que fazer para ganhar a vida eterna, é a mesma encontrada em muitos jovens que hoje participam dos Grupos de Oração, segundo Rufino. O ativismo – de acordo com ele – continua sendo um mal constante e muito presente na realidade da juventude, que continua na caminhada, mas sem ter uma experiência verdadeira e impactante com o Espírito Santo de Deus. “A gente faz tudo, participa, participa... Mas Deus não participa da nossa vida”, disse.

Os jovens aplaudiram com muita festa quando o pregador disse que ainda hoje, inseridos numa cultura de facilidade, muitas pessoas procuram a Deus querendo que Ele se adapte às suas realidades, quando na verdade o certo é o contrário. “Deus não tem que ser o Deus que eu quero que Ele seja. Eu é que preciso ser o que Deus quer que eu seja, não ao contrário”, completou. João Cláudio Rufino seguiu contando histórias para ilustrar a importância de deixar o “piloto automático” de lado, sair do comodismo e realmente desejar ter uma experiência verdadeira de conversão. Sempre muito bem humorado e conseguindo uma penetração muito fácil entre a juventude, o pregador – por meio de muitas quebras de gelo tratando assuntos de forma leve e descontraída – conseguiu lançar a inquietação para todos os presentes, os instigando a querer uma conversão completa para experimentar a Deus. “Conversão genuína, é disso que precisamos, gente! Batismo no Espírito Santo não é teatro [...]. Não basta ter esteticamente uma oração que chame a atenção, mas é preciso algo verdadeiro”, enfatizou. Com o auxílio do Ministério Marcas da Promessa, Rufino conduziu a oração clamando que o Senhor pudesse enviar essa experiência verdadeira a cada um dos sentinelas da Diocese de Joinville. 

 
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